Há viagens que nos levam para longe.
Esta traz-nos de volta.

O 100 Maneiras passou a vida a viajar.

Por países, culturas, memórias, sabores e histórias. Trouxe um pouco de cada lugar para dentro de casa e levou um pouco de nós para cada lugar por onde passou. Agora, o caminho faz-se ao contrário.

Estamos de volta a casa.

A Portugal. Aos sabores que conhecemos de cor, aos aromas que nos ficam na memória, às paisagens que julgávamos conhecer e que continuam a surpreender-nos. Voltamos à terra, ao mar, às estações, aos produtos e às pessoas que os fazem chegar até nós.

Não para repetir aquilo que já conhecemos. Mas para voltar a descobri-lo.Porque, às vezes, é preciso percorrer o mundo inteiro para perceber aquilo que sempre esteve à nossa frente.

Este é o nosso caminho de regresso.

PORTUGAL,
OUTRA VEZ

Conhecemos Portugal, ou achávamos que conhecíamos.

Agora voltamos a percorrê-lo através daquilo que nasce da terra, vem do mar, muda com as estações e passa pelas mãos de quem sabe fazer. Procuramos o ingrediente antes do prato. O produtor antes do produto. A origem antes da técnica.

O conhecido interessa-nos tanto como o inesperado.

Porque regressar não significa repetir.

Significa olhar outra vez.

A NATUREZA NÃO FICA À PORTA

Entra.

Sobe pelas paredes. Cai do teto. Aparece nos pratos. Muda com as estações e lembra-nos todos os dias de onde vem aquilo que fazemos.

No 100 Maneiras, cozinhar começa muito antes da cozinha. Começa na terra, no mar, no tempo e nas mãos de quem produz.

Por isso tentamos aproveitar cada ingrediente ao máximo, incluindo as partes que outros talvez deixassem para trás.

Porque o sabor não se desperdiça. Transforma-se.

E, muitas vezes, é precisamente onde ninguém estava a olhar que encontramos aquilo que procurávamos.

A COZINHA

Dentro da cozinha do 100 Maneiras ouvem-se várias línguas, sotaques e histórias.

E ainda bem. Gostamos de cozinhas onde cabem mundos diferentes.

De ideias lançadas para cima da bancada. De técnica, rigor e algum caos. De gargalhadas entre serviços. De pessoas que chegam de lugares diferentes e acabam a cozinhar na mesma direção.

Grandes pratos precisam de tempo, técnica e respeito pelo ingrediente.

Mas antes de tudo isso precisam de pessoas.

O 100 é feito delas.

À MESA

Uma refeição no 100 não começa no primeiro prato.

Começa muito antes.

No produto. Na viagem. Numa memória. Numa conversa. Numa paisagem. Numa ideia aparentemente absurda que alguém decidiu não abandonar. À mesa, tudo isso se encontra. Portugal aparece como o conhecemos e como talvez nunca o tenhamos visto.

Há sabores familiares em lugares inesperados. Produtos que julgávamos conhecer com outras vidas. Memórias que regressam sem pedir licença.

Não queremos mostrar Portugal.

Queremos voltar a descobri-lo convosco.

NO COPO

Nem sempre o protagonista está no prato, às vezes está no copo ao lado.

A garrafeira do 100 cresceu connosco: viagens, descobertas, produtores, histórias e garrafas que encontraram aqui o seu lugar.

O vinho acompanha a viagem, mas também pode mudá-la. E para quem escolhe fazê-la sem álcool, há outros caminhos.

Afinal, isto chama-se 100 Maneiras por alguma razão.

O 100 É VIDA

Vivemos dos ingredientes, mas também das pessoas.

Das conversas demoradas. Das mesas com personalidade. Dos pequenos detalhes que ninguém precisava de inventar, mas ainda bem que alguém inventou.

De um sapo de cartola.

De um jarro que acaba fotografado quase tantas vezes como um prato.

Da equipa que ri na cozinha.

Da natureza que invade a sala.

Do inesperado.

Daquilo que cresce. Daquilo que muda. Daquilo que regressa.

No fim de contas, cozinhar é celebrar a vida.

E vida, por aqui, nunca falta.